Using Mobile Phones

Nomofobia
Digital

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A NOVA DOENÇA DO SÉCULO DENTRO DE SUA CASA  

NOMOFOBIA DIGITAL,  DOENÇA CAUSADA PELO USO POCESSIVO E INADEQUADO DAS TECNOLOGIA EM TUDO QUE INVOLVE SISTEMAS DIGITAIS.

 

JOGOS, SITES, FACEBOOK, TIK TOK, INSTAGRAM ETC... 
SINTOMAS 👉 MEDO, ANCIEDADE, STRES, DOR NO PEITO, ACELERAÇÃO DA FREQUÊNCIA CARDÍACA, OBESIDADE, DEPRESSÃO, DILATAÇÃO PUPILAR, AUMENTO DA MEOPIA, NAUSEAS, DIFICULDADE EM RESPIRAR, ATAQUE DE PÂNICO ETC...

Acompanhe as matérias a baixo.

Aprendizagem e distrações tecnológicas:

São evidentes os prejuízos na atenção, na concentração e na memória decorrentes do uso desmedido de tecnologias digitais.

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Música - Desconecta - Daniel Salles

Psicopatologia s

As novas tecnologias, assim como novos desafios e formas de comunicação, também nos trouxeram novas dependências (neste caso, o vício em celular) ou medos irracionais (perdê-lo ou sair sem ele) – Nomofobia.

O que é nomofobia?

Nomofobia é uma relativamente nova doença que pode ser definida como o medo de ficar sem celular, até mesmo pânico, caracterizando uma fobia de ficar sem celular.

E não é um transtorno para ignorar, porque pode ter consequências para a saúde. Entre os sintomas mais comuns, ansiedade e estresse de perder o telefone ou não ter cobertura de operadora de internet / WiFi para se manter conectado.

Vamos ver mais de perto o que é a nomofobia e o que fazer para detectar os primeiros sintomas da dependência excessiva no celular.

Os sintomas da nomofobia

Medo, ansiedade, estresse e ataques de pânico ao pensar em sair sem celular. Os sintomas podem levar a outros efeitos colaterais, como tremores, sudorese, tontura, dificuldade em respirar, náuseas, dor no peito, aceleração da freqüência cardíaca. São sintomas de dependência.
 

Causas do vício em celular

Esta dependência psicopatológica vai além de uma fobia simples, de modo que os remédios naturais, tais como anti-ansiedade podem não ser eficazes. Baixa auto-estima e dificuldades nos relacionamentos sociais são fatores de risco que podem causar nomofobia.

O vício no sistema de recompensa de redes sociais – como os likes de facebook, retuítes, views em vídeo de youtube, e ‘corações’ no Instagram – também pode ser um fator que contribui na dependência, pois é uma forma de obter pequenos prazeres psicológicos de forma fácil e rápida.
 

Tratamento para nomofobia / como perder vício no celular

Se você reage mal quando perde sua cobertura móvel ou simplesmente não têm wifi, e pode identificar algum dos sintomas acima, você deve consultar um especialista para fazer um diagnóstico preciso e pensar na ação oportuna para curar a dependência patológica no celular. A coisa mais importante é identificar o problema.

Sozinho, é possível tentar se ‘desviciar’ aos poucos, encontrando outros interesses que não sejam na internet, e tentando priorizar atividades offline e encontros sociais presenciais. E também, começar a considerar que não é necessário tirar foto de todos os momentos da sua vida para colocar em instagram, facebook, snapchat, etc.


Fonte: https://ospyciu.wordpress.com/2018/01/30/sobre-nomofobia-textos-charges-e-videos/

DICAS PARA NÃO CAIR NO VÍCIO DA TECNOLOGIA 

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Estamos Evoluindo ou Regredindo ?

Como esta nosso conhecimento sobre as normas dicas e leis na internet. 

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O assunto é tão sério que se criou até leis de regulamentação de uso.

“A Internet não é terra sem lei”. Provavelmente, você já escutou essa frase em algum momento da sua vida. De fato, podemos afirmar que o Direito é onipresente e suas regras também englobam a supervisão do mundo digital. Dessa forma, com o objetivo de regulamentar e formular os princípios para o uso da Internet em nosso país, o governo brasileiro aprovou em 2014 a Lei n°12.965, mais conhecida como Marco Civil da Internet.

Neste texto, você conhecerá os principais pontos dessa legislação, os motivos que levaram à sua criação e as mudanças que estão sendo discutidas. Vem com a gente!

O que é o Marco Civil da Internet?

Lei n° 12.965 é uma lei ordinária federal de iniciativa do Poder Executivo que consiste em uma espécie de “Constituição da Internet”. Isso porque, por ser uma legislação de cunho principiológico, tem como principal finalidade estabelecer os princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da Internet no Brasil. Para isso, institui uma série de diretrizes que deverão ser seguidas pelos entes federativos (União, Estados, Distrito Federal e Municípios), provedores de Internet, empresas e todos os outros envolvidos na aplicação, disponibilização e uso do ciberespaço.

Saiba mais: Quais são os tipos de leis?

O Marco Civil norteia todo processo de aplicação da Internet, elegendo os usuários como protagonistas no contexto da inovação da sociedade em rede, com foco na tutela dos direitos fundamentais consagrados em sede constitucional. Dessa forma, desde os direitos de acesso dos usuários ao processamento de seus dados e à responsabilidade por danos, a lei tem o propósito de garantir que todos possuam uma condição digna em termos de experiência tecnológica, desenvolvendo sua personalidade e exercitando a sua cidadania em meios digitais.

O que diz a lei?

Muito exaltada por se tratar de uma lei de vanguarda, em forma e conteúdo, no que diz respeito a regulamentação dos direitos humanos nas redes digitais, o Marco Civil da Internet possui 32 artigos que tratam sobre temas como os direitos e garantias dos usuários, a provisão de conexão e de aplicações da Internet, a responsabilidade dos provedores, a atuação do poder público, entre outros.

Além disso, a Lei n° 12.965/2014 é ainda fundamentada em três pilares: a liberdade de expressão, a neutralidade de rede e a privacidade.

O primeiro, bem conceituado no inciso IX do artigo 5° da Carta Magna, corresponde à liberdade de pensar e adotar livremente a ideias que circulam nas redes sem ser julgado por isso. Contudo, vale lembrar que, assim como consta no texto constitucional, veda-se o anonimato. Isto significa dizer que esse direto não é absoluto e cabe a responsabilização cível ou criminal daquele que excede os limites na hora de se expressar.

Na sequência temos a neutralidade de rede, prevista no artigo 9° do Marco Civil, segundo a qual os provedores de Internet devem tratar os pacotes de dados que trafegam em suas redes de forma isonômica, ou seja, sem discriminação em razão do conteúdo, origem, destino, aplicação e etc. Esse princípio, que foi um dos mais polêmicos quando da discussão do projeto de lei, permite que possamos acessar qualquer conteúdo na internet sem que a operadora de telecomunicação interfira na navegação, tornando-a mais lenta ou bloqueando o acesso.

Por último, temos a privacidade que também se encontra dentre as garantias fundamentais previstas no artigo 5° da Constituição brasileira. No âmbito do Marco Civil da Internet, este pilar tem por objetivo proteger os dados dos usuários, exigindo o consentimento expresso destes para quaisquer operações realizadas com estas informações, bem como determina a indenização por dano material ou moral decorrente de violações à intimidade, comunicações sigilosas e à vida privada dos usuários.